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Câmbio - SAC Armazenagem & Modais
O dólar subiu 1,71 por cento frente ao real nesta segunda-feira, acelerando os ganhos no fim da sessão, com ruídos sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir um ministério no atual governo, o que poderia tirar força de eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff, segundo operadores. O dólar avançou 1,71 por cento, a 3,6524 reais na venda, maior alta desde 16 de fevereiro (+1,86 por cento), após ter acumulado queda de 10,30 por cento no mês até a véspera. "Goste ou não (de Lula), ele tem sempre uma carta na manga", disse o especialista em câmbio da Icap corretora, Ítalo Abucater, referindo-se à força política de Lula, que poderia ajudar o governo. O jornal Folha de S.Paulo publicou em seu site nesta tarde que a presidente Dilma aguarda um telefonema de Lula confirmando que ele aceita ser ministro de seu governo. "Isso seria uma manobra de proteção para…
O dólar fechou em queda em relação ao real nesta quinta-feira, em uma sessão marcada por volatilidade, refletindo o avanço dos preços do petróleo e expectativas de que o Federal Reserve não vai elevar os juros novamente tão cedo. O dólar recuou 0,14 por cento, a 4,0800 reais na venda, após atingir 4,0341 reais na mínima do dia e 4,1237 reais na máxima, em meio à briga pela formação da Ptax de janeiro. As perdas da moeda norte-americana, contudo, foram limitadas por apostas de que o Banco Central brasileiro fará um aperto monetário mais tardio e de menor intensidade, após o Comitê de Política Monetária adotar um tom mais brando na ata de sua última reunião, divulgada nesta quinta-feira. "Volatilidade elevada deve ser a regra, não a exceção. Há muitas incertezas e hoje foi um dia particularmente pesado em termos de noticiário", disse o operador de uma corretora nacional. Expectativas…
Em um dia marcado pela baixa liquidez no mercado brasileiro, em função do feriado em São Paulo, o dólar pouco oscilou ante o real nesta segunda-feira, 25. Apesar do viés positivo para a moeda americana ante outras divisas de exportadores, em função da queda do petróleo, o dólar à vista fechou muito próximo da estabilidade ante o real, em leve alta de 0,10%, aos R$ 4,1080. O aniversário de São Paulo manteve a principal praça de negócios no Brasil fechada nesta segunda-feira. E sem a referência do dólar futuro da BM&FBovespa - o mais líquido e, no limite, o que determina as cotações no mercado à vista -, os bancos que fizeram cotações hoje praticaram o chamado "spread boca de jacaré": venderam a moeda americana a preços mais elevados e a compraram a valores mais baixos que o normal. Neste ambiente, apenas participantes com mais urgência em fechar operações foram…
O dólar avançou a 4,10 reais pela primeira vez desde setembro nesta quarta-feira, refletindo o quadro de aversão a risco nos mercados globais diante de novo tombo dos preços do petróleo. Às 10:03, o dólar avançava 0,79 por cento, a 4,0870 reais na venda. A moeda norte-americana atingiu 4,1006 reais na máxima da sessão, maior nível intradia desde 29 de setembro, quando alcançou 4,1551 reais. "Prevalece a aversão a risco nos mercados internacionais. O petróleo não para de cair e todo alívio tem se mostrado temporário", disse o operador da corretora Correparti Guilherme França Esquelbek. O petróleo nos EUA atingiu sua menor cotação desde 2003, refletindo a sobreoferta nos mercados globais e expectativas de demanda fraca diante da fraqueza no crescimento econômico global. O recuo da commodity arrastou consigo as bolsas chinesas, ofuscando expectativas de estímulos econômicos. Preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo também vêm contribuindo…
O dólar fechou em alta em relação ao real nesta terça-feira, novamente pressionado pela volatilidade nos preços do petróleo e por preocupações locais, mas expectativas de estímulos econômicos na China limitaram o avanço. O dólar avançou 0,51 por cento, a 4,0549 reais na venda, após atingir 3,9995 reais na mínima da sessão. Fonte: Exame
O dólar subiu nesta sexta-feira, voltando a fechar acima dos 4 reais, em uma sessão marcada por intensa aversão a risco nos mercados globais diante de preocupações com a saúde da economia chinesa e com o tombo dos preços do petróleo. O dólar avançou 1,19 por cento, a 4,0458 reais na venda, acumulando alta de 0,14 por cento na semana. Na véspera, a moeda norte-americana havia fechado abaixo de 4 reais pela primeira vez em uma semana. Fonte: Exame
Após operar em queda durante a maior parte da sessão, o dólar comercial inverteu o movimento no final da tarde e fechou esta quarta-feira (28) com alta de 0,6%, valendo R$ 3,92 na venda. Na véspera, o dólar havia caído 0,51%. No mês, a moeda acumula queda de 1,14% e, no ano, valorização de 47,44%. EUA mantêm juros, mas podem subir em dezembro A reviravolta na cotação do dólar aconteceu após o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) anunciar que manteve a taxa de juros no país próxima de zero. Apesar de a manutenção da taxa ser esperada por investidores, o Fed deixou em aberto a possibilidade de elevar os juros em sua próxima reunião, em dezembro. Uma alta dos juros dos Estados Unidos poderia atrair para lá recursos atualmente investidos em mercados com taxas maiores, como o Brasil, e deixaria o dólar mais caro por aqui.…
O saldo comercial brasileiro no ano superou a barreira dos US$ 9 bilhões com as operações realizadas na terceira semana de setembro. Os dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) mostram que, no período, as exportações foram de US$ 3,670 bilhões e as importações de US$ 3,318 bilhões, resultando um superávit semanal de 352 milhões. A terceira semana de setembro, com cinco dias úteis, registrou média diária de exportações de US$ 734 milhões, desempenho 8,4% abaixo da média de US$ 801,5 milhões verificada até a segunda semana do mês. Observou-se ainda retração nas exportações de manufaturados (-10,9%) e básicos (-7,6%). As exportações de semimanufaturados cresceram (+1%), puxadas por celulose, açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, alumínio em bruto e ferro-ligas. A média diária das importações foi de US$ 663,6 milhões, valor 6,8% acima do montante registrado no mês até…
Depois de deixar o dólar inaugurar na terça-feira, 22, o patamar de R$ 4 e fechar no preço mais alto do Plano Real, o Banco Central resolveu adotar uma ação mais contundente nesta quarta-feira, 23. Mas foi insuficiente para impedir a quinta valorização consecutiva, renovando o maior nível desde 1º de julho de 1994. A moeda norte-americana terminou o dia em alta de 2,10%, a R$ 4,1350. Nesses cinco pregões em elevação, acumulou ganho de 7,88%. No mês, tem valorização de 13,82% e, no ano até agora, 55,74%. No mercado futuro, o dólar para outubro também trabalhou pressionado e marcava, às 16h38, R$ 4,1480 (+2,14%). O dólar até abriu a sessão em queda e recuou até a mínima de R$ 4,015 (-0,86%), na esteira da votação, entre ontem e hoje, dos vetos da presidente Dilma Rousseff a medidas que poderiam criar um gasto extra de R$ 127,9 bilhões aos cofres…
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