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Comércio Exterior - SAC Armazenagem & Modais
As rodadas de partilha marcaram, na última sexta-feira, a entrada de quatro petroleiras globais no pré-sal brasileiro - Exxon, BP, Qatar Petroleum e CNODC - e a presença de 12 companhias diferentes na competição que rendeu R$ 6,15 bilhões ao governo. A diversificação de empresas, contudo, não se traduziu em estreias na operação e todas as áreas arrematadas ficaram nas mãos das três principais operadoras do país: Petrobras, Shell e Statoil. Considerado um sucesso no mercado, o leilão mostrou ainda que as empresas não têm grandes problemas de trabalhar com o regime de partilha, que pode ser extinto se vingar a ideia manifestada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ). Com direito de preferência exercido em três áreas, a Petrobras foi a protagonista das rodadas: arrematou metade dos blocos negociados nos leilões e desembolsará R$ 1,14 bilhão em bônus. O presidente da estatal, Pedro Parente, classificou como "bem…
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou condenar a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Internacional (Abreti), assim como sete de suas empresas associadas e oito pessoas físicas, sob acusação de cartel no setor de agenciamento de fretes aéreos e marítimos. "As evidências revelaram que as empresas, por intermédio da associação ou por conversas entre seus executivos, combinaram o repasse simultâneo aos clientes, com consequências diretas nos preços de taxas referentes ao transporte de cargas", disse o Cade em nota nesta segunda-feira. "Elas também ajustaram a participação em pelo menos uma licitação da Petrobras e agiram para constranger a VarigLog, quando a empresa tentou atuar diretamente junto aos clientes sem a intermediação dos agenciadores." O processo, que tramita desde 2010, após operações de busca e apreensão em três empresas e na Abreti, segue para o tribunal do Cade. Se condenadas, as empresas podem receber multa de até…
A Certificação faz farte do Programa Internacional Authorised Economic Operator da Organização Mundial Aduaneira Comprometida com a segurança e a qualidade de suas operações, o que garante processos ainda mais ágeis e confiáveis, a unidade CLIA Itajaí da Multilog comemora a certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA). A conquista foi na modalidade OEA-SEGURANÇA, como Depositário de Mercadoria sob Controle Aduaneiro. O Programa Brasileiro de OEA consiste na certificação dos intervenientes da cadeia logística que representam baixo grau de risco em suas operações, tanto em termos de segurança física da carga quanto ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras. Além de contribuir para aprimorar os controles aduaneiros por meio da gestão de risco, as empresas certificadas como OEA ajudam a melhorar a imagem do país e atrair investimentos. No Brasil, o OEA faz farte de um Programa Internacional, Authorised Economic Operator - AEO . Surgiu em 2005, durante uma convenção da Organização…
Na sua primeira viagem desde que o PSDB confirmou que permaneceria no governo Temer, o ministro das Relações Exteriores, o tucano Aloysio Nunes Ferreira, desembarcou na China com a missão de dar o pontapé inicial para um plano estratégico ambicioso específico para a Ásia, a primeira política desenhada pelo Itamaraty exclusivamente para este lado do mundo, disse o ministro ao GLOBO. Para isso, convocou durante o final de semana um primeiro encontro com embaixadores em quatro países-chave da região: China, Japão, Índia e Cingapura. A ideia é buscar investimentos e comércio de alto valor agregado na Ásia, que se tornou o novo centro de dinamismo econômico global e já representa 40% do comércio exterior brasileiro. Mas não se trata apenas de aumentar as vendas do que já se exporta. O objetivo é apresentar uma imagem inovadora do país, criar o “Made in Brazil para a Ásia”. ‘JÁ CHEGA TARDE’, DIZ…
De fato fazer negócios no Brasil é muito burocrático, inclusive na percepção de outros países. Só para abrir uma empresa, os trâmites podem levar mais de 100 dias e, segundo o relatório Doing Business: 2014, o país ficou com a 116ª posição do ranking – uma triste realidade. Em contrapartida, Singapura conquistou o primeiro lugar com a abertura em, aproximadamente, dois dias. Após a empresa aberta, as dificuldades passam a ser com as prestações de informação que os órgãos competentes exigem. Tais exigências geram dificuldades para o cumprimento dos prazos, preenchimento de formulários infindáveis, entre outros procedimentos. A complexidade é tamanha que, nesta semana, a FNAC – consagrada loja de departamento francesa – , manifestou sua vontade de sair do país e, agora, estuda a possibilidade de parcerias locais para se manter operando por aqui. Aproveitando o exemplo da FNAC, observa-se que as preocupações são maiores com os negócios de âmbito internacional. Pois, além da burocracia, há dificuldade…
A avaliação vem após o recuo das exportações no quarto trimestre do ano passado O transporte marítimo de contêineres no início deste ano mostra que a recuperação do comércio exterior deve ser mais lenta do que o projetado. Para a Maersk Line, líder mundial nesse segmento, a expectativa é de que as importações cresçam menos de 1% e que as exportações se mantenham no mesmo patamar de 2016. A avaliação vem após o recuo das exportações no quarto trimestre do ano passado, na comparação com o mesmo período de 2015. Ao mesmo tempo, as importações conseguiram crescer praticamente em todas as categorias. De acordo com a Maersk, no mês passado, o Brasil passou por uma situação melhor do que no mesmo período do ano anterior. Mas a inflação, que atingiu a menor taxa para o mês, e o desemprego tornam o cenário ainda complicado. “Com o câmbio acima dos R$…
A Santos Brasil encerrou 2016 com a marca de 43.551 contêineres movimentados nos seus quatro ramais ferroviários no Tecon Santos, um crescimento de 32% no comparativo com 2015, quando foram operados 32.937 contêineres. Este resultado reflete a alta demanda de commodities conteinerizadas, com predomínio de papel e celulose, que somaram 17 mil contêineres, provenientes das regiões de Suzano (SP) e Três Lagoas (MS). De acordo com o diretor executivo de Operações Portuárias e Logísticas da Santos Brasil, Ricardo Molitzas, os investimentos em tecnologia também impulsionaram a performance do modal ferroviário. A operação logística por ferrovia é uma das apostas da Santos Brasil há, pelo menos, quatro anos. A companhia tem aproveitado a vantagem competitiva de operar o único terminal com quatro ramais no Porto de Santos e o cenário de oportunidades no setor ferroviário no País, hoje oferecendo custos atrativos ao cliente. Fonte: Portos e Navios
O primeiro mês de 2017 no Porto do Rio Grande foi de aumento de movimentação. O setor de estatística concluiu a análise dos dados que mostram um crescimento de 29,1% quando comparado ao mesmo período de 2016. Janeiro de 2017 apresentou melhoras em todos os segmentos de cargas e finalizou com mais de 2,7 milhões de toneladas. “Estamos muito satisfeitos com a movimentação de janeiro que foi o melhor de todos os janeiros que temos registro. Iniciar o ano já com um crescimento acima dos 20% nos traz boas perspectivas para o ano. O resultado é ótimo, mas sabemos das dificuldades do momento econômico e por isso temos cautela e seguimos trabalhando forte para busca de novas cargas e garantia da competitividade do complexo”, afirma o diretor-superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco. Ao total foram 2.788.872 toneladas divididas em Carga Geral, Granel Sólido e Líquido. Todos eles apresentaram…
O anúncio da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) de que em 2017 o setor voltaria a crescer no país, registrando um aumento de 7,2% nas exportações e de 5,2% nas importações, sobre 2016, agitou o mercado brasileiro de transporte de cargas. Especialistas e grandes players do segmento reforçam as expectativas de retomada do setor e acreditam em um cenário positivo para este ano, mas alertam que ainda há muito a ser feito. O Porto de Santos, por exemplo, o maior da América Latina, deve atingir uma movimentação recorde em 2017, em torno de 120,596 milhões de toneladas, superando o ano de 2015, o maior resultado até então, com 119,9 milhões. Esse resultado, se confirmado, implicará ainda em alta de 6,3% em relação ao previsto para 2016, de 113,475 milhões. Para as exportações espera-se um crescimento de 8,2% (89 milhões de toneladas) e para as importações de 1,3% (31,596…
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